Médica veterinária pela Universidade Federal Fluminense, mestrado em Patologia pela Universidade Federal Fluminense e doutorado em Patologia (Anatomia Patológica) pela Universidade Federal Fluminense. Foi Professora Substituta da Universidade Federal Fluminense (UFF), Médica Veterinária do Biotério do Instituto Nacional de Câncer (INCA), Professora Adjunta da Universidade do Grande Rio (UNIGRANRIO) e gerente e responsável técnica – Diagnovet – Diagnóstico Anatomopatológico Veterinário. Atualmente é professora adjunto III da Universidade Federal Fluminense e Perita cadastrada no DIPEJ RJ. Especialista em Patologia Veterinária certificada pela Associação Brasileira de Patologia Veterinária (ABPV). Segunda tesoureira da Associação Brasileira de Medicina Veterinária Legal (ABMVL) biênio 2013 a 2015 e biênio 2015 a 2017. Tem experiência na área de Medicina Veterinária, com ênfase em Anatomia Patologia Animal, atuando principalmente nos seguintes temas: anatomia patológica veterinária, perícia veterinária, patologia experimental, patologia geral, diagnóstico anatomopatológico veterinário e bioterismo.

RESUMO DAS PALESTRAS

As vantagens e desvantagens de cada procedimento de coleta e remessa de material devem ser avaliadas, escolhendo a melhor técnica de biópsia para cada caso, priorizando inicialmente os métodos menos invasivos e de resultados mais rápidos. O objetivo é apresentar as diversas formas descritas de biópsia tecidual realizadas na clínica médica e patologia cirúrgica veterinárias, suas principais indicações, manuseio correto no envio destes materiais ao patologista com o propósito de obter resultados mais eficazes e conclusivos. A interpretação histopatológica do tecido removido não é totalmente definitiva e é dependente da qualidade e quantidade da amostra que foi submetida à análise.  O entendimento dos princípios básicos de obtenção de uma boa amostra e sua subsequente submissão para a análise anatomopatológica se faz necessário. Se o diagnóstico tecidual é incorreto ou inconclusivo, todas as etapas que se seguem no tratamento deste paciente também não estarão corretas.


Voltar